• 06
  • Dez

Na tarde desta terça-feira (06 de Dezembro), as indicações do Grammy Awards 2017 foram divulgadas e, para a alegria de todos, Justin Bieber não ficou por fora dessa, levando 4 nomeações, sendo duas delas as mais importantes da premiação. Confira:


- Música do Ano, com “Love Yourself”;

- Álbum do Ano, com “Purpose”;

- Melhor Performance Solo Pop, com “Love Yourself”;


- Melhor Álbum Vocal Pop, com “Purpose”.

O cantor canadense concorre ao lado de grandes nomes da música como Adele, Beyoncé, Sia, Drake, entre outros, trazendo orgulho para todos os seus fãs. Lembrando que Bieber já levou seu primeiro Grammy para casa na edição passada da premiação mais prestigiada no ramo da música, com “Where Are Ü Now”, composição feita em parceria com os DJs Skrillex e Diplo.

  • 30
  • Nov

Nessa terça-feira (29) finalmente pudemos conferir o videoclipe da música 'Let Me Love You', parceria do cantor Justin Bieber com o DJ Snake. O vídeo que retrata um videogame de realidade virtual foi postado na noite dessa terça-feira no canal do DJ Snake e já acumula quase 5 milhões de views.
Confira a matéria do site Billboard a respeito do lançamento do videoclipe oficial de 'Let Me Love You':

A colaboração de Justin Bieber e DJ Snake, “Let Me Love You”, têm sido uma sensação do pop desde seu lançamento – alcançando a quarta posição do Hot 100 – mas apenas agora recebeu o tratamento de receber um vídeo oficial. O clipe parece ter valido a espera. Existe muito mais além de encontros de olhares nesse sexy casal do crime. Cuidado com as máscaras de DJ Snake e Justin Bieber. Assim que esse jogo de VR [realidade virtual, em português] estiver disponível, alguém deveria nos avisar.

 

Assista ao vídeo da colaboração entre DJ Snake e Justin Bieber, “Let Me Love You”:

  • 26
  • Nov

Durante recente entrevista para o site The Fader, o produtor Diplo comentou como foi a experiência de trabalhar com Justin Bieber, sobre as músicas que produziu com o astro canadense e mais.

Confira a parte da entrevista que Diplo menciona Justin:


Parece que seu processo é em parte sobre encontrar algo que você possa vender. É assim que você se aproxima trabalhando com Justin Bieber? Ele não estava indo muito bem antes de "Where Are Ü Now."
Diplo: Para começar, você tem de compreender que a indústria da música é diferente da indústria da crítica — os editores e as pessoas estão falando sobre o que é tendência ou algo assim. Quando você está fazendo música, você está sempre na tendência ou fora da tendência, e é importante mostrar respeito às pessoas, não importando o quê.
Conheci Bieber há alguns anos, produzir uma música para ele e com Ariel Rechtshaid chamada "Thought of You". Conheço o seu empresário, Scooter [Braun], há muitos anos — ele costumava gerenciar Kelis. Eles me mostraram respeito naquela época e foram muito legais comigo, então eu sempre os mantive perto de mim. Eles confiaram em mim quando eu pedi um vocal. Era como um acéfalo. Eles tinham atingido um lugar onde nada estava funcionando para eles, e Justin estava no fundo do poço com as coisas, com a imprensa, da prisão e de, tipo, tirando as calças em uma premiação ou algo assim. Eu nem estava prestando atenção, mas sei que isso não era muito legal. E eu estava tentando realmente ajudar Skrillex a fazer seu próprio projeto, também. Além do mais, eu pensei que trabalhar com Bieber seria a coisa mais notável que poderíamos fazer. Seria um grande disco, e faria todo mundo realmente ficar chocados. Isso os faria realmente ficarem desapontados consigo mesmos, e realmente confusos, como, "Como eu gosto deste disco?". Desde o primeiro dia, quando comecei a produzir, eu vi a percepção das pessoas comigo como um produtor, e eles sempre querem me colocar em uma 'caixa' ou outra. Talvez seja por isso que eu sou um alvo para as coisas, porque eu não pertenço a lugar nenhum. Se eu fizer um disco que faça as pessoas pensarem que Justin Bieber é legal e as faz dançar com isso - o que parece ser uma das tarefas mais assustadoras de sempre - então talvez as pessoas vão repensar a forma como eles pensam sobre a música, sabe? Não é tão seco e claro, o que é legal e o que não é. Boa música vai ser boa música. Ele é alguém que você não quer gostar, mas você gosta.

  • 16
  • Nov

Em um novo relatório publicado pelo site Billboard, novas informações foram divulgadas sobre um processo antigo envolvendo Justin Bieber e Usher, que vinham sendo processados desde 2014 por violação de direitos autorais por conta da música "Somebody To Love". Os cantores parecem estar perto de serem inocentados no caso, no qual, segundo o juiz, alguns dos elementos contidos nas duas músicas são muito genéricos para ser conferida proteção de direitos autorais. 

Confira detalhes na matéria traduzida abaixo:

O caso foi revivido pelo 4º Tribunal de Recursos em 2015, mas poderia sucumbir apenas por um brevemente julgamento do júri.

Justin Bieber e Usher parecem estar indo para uma grande vitória em um processo que alega que eles são ladrões de música. Na segunda-feira (14 de novembro), um juiz de magistratura da Virgínia divulgou um relatório que recomenda que as duas estrelas da música recebam um julgamento sumário sobre as alegações de cometer infração de direitos autorais ao criar seu hit "Somebody to Love", que foi lançado no álbum de Bieber My World 2.0 em 2010.

O caso trazido por Devin "o Cara" Copeland é talvez mais notável por ser um caso raro quando após inicialmente ser rejeitado, os juízes do tribunal de apelações escutaram as canções em questão e decidiram que os refrões eram similares o bastante para seguir com o processo. Copeland reviveu com sucesso seu processo, que retornou para um tribunal federal para a determinação de fatos, mas ele pode acabar sucumbindo mais uma vez.

Isso porque o juiz magistrado dos Estados Unidos, Douglas Miller, reviu os vários depoimentos e relatórios de especialistas e concluiu que Copeland não conseguiu demonstrar que os réus tinham acesso ao seu próprio trabalho antes de criar "Somebody to Love". Além disso, o processo pode ser condenado por causa da incapacidade de Copeland para mostrar semelhança notável entre as duas obras.

Copeland tinha várias teorias diferentes sobre como os réus tinham acesso a sua própria música, também intitulada "Somebody to Love". Suas alegações envolviam principalmente tocar a música em várias vitrines e tê-la nas mãos de executivos da música que eram supostamente intermediários entre ele e os réus. O problema, como explicado no relatório de Miller, é que a evidência reunida estabeleceu que a compositora Heather Bright e um trio de produção conhecido como "The Stereotypes" terminaram sua versão em 19 de novembro de 2009, e a falta de evidência de que alguém afiliado aos supostos infratores recebeu a música de Copeland antes dessa data.

Juiz Miller rejeita argumentos de que "a ambigüidade nas materiais permite uma inferência de acesso oportuno", apontando para pelo menos seis indivíduos que fizeram declarações em depoimentos que não correspondem à linha de tempo teorizada de Copeland. Copeland sugeriu uma conspiração para cometer perjúrio, mas Miller responde que "a lei não permite uma inferência de acesso baseada neste tipo de especulação pura, especialmente quando ele contradiz o testemunho juramentado de várias testemunhas".

Quanto à questão de saber se as canções tinham elementos comuns suficientes para ser semelhantemente notável, Copeland apontou para o que o 4 º Circuito tinha a dizer em sua decisão.

"Mas este argumento ignora a postura processual do caso durante esse apelo, o extenso registro de evidências agora perante este tribunal sobre julgamento sumário e a jurisprudência bem estabelecida que exigindo semelhança notável para ser avaliada considerando todo o registro de evidência", escreve Miller. "Embora o tribunal use a frase semelhantemente notável ao descrever um aspecto de sua comparação, não foi avaliada uma semelhança notável do tipo necessário para negar a criação independente".

O tribunal de apelações reviveu o caso em 2015 com a conclusão de que um teste incorreto de similaridade intrínseca estava sendo aplicado e que os refrões eram em grande parte correspondentes.

Aqui, Miller reconhece que as duas músicas compartilham alguns elementos, incluindo a letra e o ritmo associado ao refrão ou gancho, mas se apoia em um relatório do musicólogo dos réus para a proposição de que alguns desses elementos são muito genéricos para ser conferida proteção de direitos autorais.

O relatório documentou que a frase "somebody to love" tem sido usada como um título de música em mais de 130 obras musicais licenciadas", escreve ele. (Queen tinha uma delas.) A mesma falta de originalidade foi considerada verdadeira para os padrões rítmicos semelhantes. Os argumentos de Copeland em contrário foram subestimados quando o juiz rejeitou o testemunho de seu próprio especialista por não ter aplicado os testes legais necessários para mostrar semelhança extrínseca.

Como resultado, o juiz de magistrado agora está recomendando que o juiz distrital conceda a moção dos réus para julgamento sumário e encerre o caso. Um resultado contrário seria muito surpreendente.

Os réus foram representados por Stephen Noona na Kaufman & Canoles, bem como vários advogados em Kinsella Weitzman.

 

 

 

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